A canonização da Bíblia


Conheça todo o processo de canonização da bíblia pela igreja católica

A CANONIZAÇÃO DA BÍBLIA


QUAL A ORIGEM DA NOSSA BÍBLIA SAGRADA?

Todos nós (ou quase todos), sabemos perfeitamente que a nossa querida bíblia sagrada não foi confeccionada diretamente pelas mãos de Deus e colocada debaixo do braço de um padre ou de um pastor.

A bíblia é um conjunto de livros históricos que narram toda, ou boa parte da trajetória do povo de Deus através das eras.

Além dessa historicidade, há também leis divinas, ritos cerimoniais, profecias e promessas do Criador.

Mas então quem juntou tais manuscritos? Haviam ou há outros que não entraram neste conjunto de escrituras sagradas? Quem então decidiu quais eram sagrados e quais não eram? Saiba tudo sobre o assunto neste nosso estudo.




O CÂNON BÍBLICO

O cânon bíblico é o conjunto de livros que os cristãos consideram como divinamente inspirados, formando assim a Bíblia cristã. Embora a Igreja Primitiva usasse o Antigo Testamento de acordo com o cânon da Septuaginta (LXX), ao escrever os seus textos os apóstolos não pretendiam criar um conjunto definido de novas Escrituras, mesmo com o reconhecimento deles de que seus escritos eram divinamente inspirados.

O processo de canonização do Novo Testamento foi complexo e demorado. Caracterizou-se por uma coletânea de livros que a tradição apostólica considerou autoritária no culto e no ensino, e em consonância com o Antigo Testamento, além de serem relevantes para as situações históricas em que viviam. Contrário à crença popular, o cânon do Novo Testamento não foi sumariamente decidido em reuniões do Conselho da igreja, mas sim desenvolvido ao longo de muitos séculos.

Os escritos dos apóstolos circulavam entre as primeiras comunidades cristãs. As epístolas de Paulo estavam circulando já reunidas no final do primeiro século d.C.. Justino Mártir, no segundo século, menciona as memórias dos apóstolos, que os cristãos chamam de evangelhos e que eram considerados em pé de igualdade com o Antigo Testamento. Um cânone contendo os quatro evangelhos (os Tetramorph) já estava circulando na igreja no tempo de Ireneu em 160 d.C.. No início do século III, Orígenes de Alexandria talvez já tenha usado os mesmos 27 livros que compõem o Novo Testamento moderno, mas ainda havia disputas sobre a canonicidade do livro de Hebreus, de Tiago, de II Pedro, de II e III João e do Apocalipse. Essas obras cuja autenticidade era questionada são chamadas Antilegomena. Em contraste, os escritos que foram aceitos universalmente pela igreja desde meados do século II e que compõe hoje a maior parte do Novo Testamento são denominadas homologoumena. O fragmento de Muratori mostra que em 200 d.C. já existia um conjunto de escritos cristãos semelhante ao Novo Testamento atual.

Em sua carta de Páscoa de 367 d.C., Atanásio, bispo de Alexandria escreveu a primeira lista com os 27 livros que viriam a formar o Novo Testamento canônico. O Sínodo de Hipona em 393 d.C. aprovou o Novo Testamento tal como conhecemos hoje, juntamente com os livros da Septuaginta, uma decisão que foi repetida pelo Conselho de Cartago em 397 d.C. e em 419 d.C.. Esses conselhos foram liderados por Santo Agostinho, que considerava o cânone como algo já fechado. Da mesma forma, o Papa Dâmaso Icomissionou Jerônimo de Estridão a fim de organizar a edição Latina da Vulgata em 383 d.C., o que foi fundamental para a fixação do cânon do Ocidente. Em 405 d.C., o Papa Inocêncio I mandou uma lista dos livros sagrados para Exuperius, um bispo gaulês.

Entretanto, como lembra F. F. Bruce, os livros do Novo Testamento não se tornaram escritos revestidos de autoridade para a igreja porque foram formalmente incluídos em uma lista canônica; pelo contrário, a igreja incluiu-os no cânon porque já os considerava divinamente inspirados, reconhecendo neles o valor inato e a autoridade apostólica direta ou indireta. Assim, por volta do século IV, já havia uma unanimidade no Ocidente sobre o cânon do Novo Testamento; O Oriente, com poucas exceções, havia entrado em concordância sobre a questão do cânon por volta do século V. A única resistência estava relacionada ao livro do Apocalipse. Não obstante, uma articulação dogmática completa do cânon não foi feita até 1546 no Concílio de Trento para o Catolicismo Romano; e em 1563 nos Trinta e Nove Artigos da Igreja da Inglaterra; Em 1647 na Confissão de Fé de Westminster para o calvinismo; E finalmente em 1672 no Sínodo de Jerusalém para ortodoxia grega.


AS AUTORIAS DOS ESCRITOS

Por ser uma coleção de livros, o Novo Testamento foi escrito por vários autores. A visão tradicional é que esses livros foram escritos ou por apóstolos, como Mateus, João, Pedro e Paulo; ou por discípulos que trabalharam sob a direção desses apóstolos, como Marcos e Lucas. Todos esses escritores dos livros do Novo Testamento eram judeus, com exceção de Lucas. Três deles, Mateus, João e Pedro, faziam parte do grupo dos apóstolos de Jesus. Outros autores do Novo Testamento, como Marcos, Judas e Tiago foram ativos na igreja primitiva. Os três também já tinham contato com o grupo de apóstolos mesmo antes da morte de Jesus. Lucas e Paulo, embora não tenham sido testemunhas oculares da vida de Cristo, eram bem conhecidos daqueles que o foram. Nada se sabe sobre o autor de Hebreus.


AS DATAS DAS COMPOSIÇÕES DOS ESCRITOS

Embora não se tenha nenhum dos documentos originais, mas tão somente manuscritos dos séculos posteriores, de modo geral acredita-se que os livros do Novo Testamento teriam sido escritos no século I da era comum. As datas exatas de escrita dos livros propostas por pesquisadores possuem variações. Alguns consideram que o Novo Testamento praticamente completo (com exceção de Apocalipse) já estava escrito antes do ano 70, com alguns livros tendo sido escritos apenas alguns anos após os eventos que narram. De outro lado estão pesquisadores que consideram que todos os livros do Novo Testamento foram escritos bem depois dos acontecimentos relativos à morte de Jesus.

Apesar do Evangelho de Mateus figurar como o primeiro livro do Novo Testamento bíblico, é de maneira geral aceito entre pesquisadores que este não foi o primeiro a ser escrito, nem entre os evangelhos e quanto às demais obras. Isto porque o Evangelho mais antigo teria sido o de Marcos, cuja data de escrita costuma ser calculada entre os anos 55 e 65 da era comum e pode ter servido de fonte para Lucas e Mateus ampliarem as informações sobre a vida de Jesus na terra, embora contenha 31 versículos a mais relativos a outros milagres não relatados pelos demais evangelistas.

Todavia, supõe-se que os livros mais antigos teriam sido as epístolas de Tiago e de Paulo aos gálatas, cuja época teria sido, aproximadamente, em torno do ano 49 da era comum, antes do Concílio de Jerusalém.

Já os últimos livros a serem escritos têm a sua autoria atribuída ao apóstolo João e seriam o seu Evangelho, as três epístolas e o Apocalipse. Este, por volta do ano 95 da era comum, em Patmos, no período da perseguição do imperador Domiciano.

Importante observar que o período que pode ter sido o de maior produção dos escritos do Novo Testamento corresponderia à década de 60 do século I, talvez como uma iniciativa de preservar as informações sobre as origens do cristianismo na época das perseguições de Nero, quando a maioria dos apóstolos foram martirizados, entre os quais Pedro e Paulo.

Por outro lado, as epístolas de Paulo foram muito utilizadas pelo apóstolo para fins de comunicação com as comunidades cristãs e com os pregadores durante os tempos de suas viagens missionárias e na época de Nero. Algumas cartas, como a epístola aos gálatas teriam sido bem antes da primeira perseguição aos cristãos do Império Romano. Outras teriam sido após os últimos relatos que constam no livro de Atos.


OS LIVROS APÓCRIFOS

Os Livros apócrifos (grego: απόκρυφος; latim: apócryphus; português: oculto), também conhecidos como Livros Pseudocanônicos, são os livros escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs (ou seja, há livros apócrifos do Antigo Testamento) nos quais os pastores e a primeira comunidade cristã não reconheceram a Pessoa e os ensinamentos de Jesus Cristo por serem escritos após o I século e, portanto, não foram incluídos no cânon bíblico.

O termo "apócrifo" foi criado por Jerônimo, no quinto século, para designar basicamente antigos documentos judaicos escritos no período entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias e a vinda de Jesus Cristo. São livros que, segundo a religião em questão, não foram inspirados por Deus e que não fazem parte de nenhum cânon. São também considerados apócrifos os livros que não fazem parte do cânon da religião que se professa.

A consideração de um livro como apócrifo varia de acordo com a religião. Por exemplo, alguns livros considerados canônicos pelos católicos são considerados apócrifos pelos judeus e pelos evangélicos (protestantes). Alguns destes livros são os inclusos na Septuaginta por razões históricas ou religiosas.A terminologia teológica católica romana/ortodoxa para os mesmos é deuterocanônicos, isto é, os livros que foram reconhecidos como canônicos em um segundo momento (do grego, deutero significando "outro"). Destes fazem parte os livros de Tobias, Judite, I e II Macabeus, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico (também chamado Sirácide ou Ben Sirá), Baruc (ou Baruque) e também as adições em Ester e em Daniel - nomeadamente os episódios da História de Susana e de Bel e o dragão.

Os apócrifos são cartas, coletâneas de frases, narrativas da criação e profecias apocalípticas. Além dos que abordam a vida de Jesus ou de seus seguidores, cerca de 50 outros contêm narrativas ligadas ao Antigo Testamento.



SEGUE ABAIXO A LISTA DOS LIVROS "APÓCRIFOS"

(esta lista encontra-se em construção a partir de setembro de 2018)


ANTIGO TESTAMENTO

1. Apocalipse de Adão
2. Apocalipse de Baruc
3. Apocalipse de Moisés ▶
4. Apocalipse de Sidrac ▶
5. As Três Estelas de Seth ▶
6. Ascensão de Isaías ▶
7. Assunção de Moisés ▶
8. Caverna dos Tesouros ▶
9. Epístola de Aristéas ▶
10. Livro dos Jubileus ▶
11. Martírio de Isaías ▶
12. Oráculos Sibilinos ▶
13. Prece de Manassés ▶
14. Primeiro Livro de Adão e Eva ▶
15. Primeiro Livro de Enoque ▶
16. Livro apócrifo de Esdras (apocalipse) ▶
17. Quarto Livro dos Macabeus ▶
18. Revelação de Esdras ▶
19. Salmo 151 ▶
20. Salmos de Salomão (ou Odes de Salomão) ▶
21. Segundo Livro de Adão e Eva ▶
22. Segundo Livro de Enoque (ou Livro dos Segredos de Enoque) ▶
23. Segundo Livro de Esdras (ou Quarto Livro de Esdras) ▶
24. Segundo Tratado do Grande Seth ▶
25. Terceiro Livro dos Macabeus ▶
26. Testamento de Abraão ▶
27. Testamento dos Doze Patriarcas ▶


NOVO TESTAMENTO 

1. A Hipóstase dos Arcontes ▶
2. (Ágrafos Extra-Evangelhos) ▶
3. (Ágrafos de Origens Diversas) - não encontrado nos arquivos da web
4. Apocalipse da Virgem - não encontrado nos arquivos da web
5. Apocalipse de João o Teólogo ▶
6. Apocalipse de Paulo ▶
7. Apocalipse de Pedro ▶
8. Apocalipse de Tomé ▶
9. Atos de André ▶
10. Atos de André e Mateus - não encontrado nos arquivos da web
11. Atos de Barnabé ▶
12. Atos de Filipe ▶
13. Atos de João ▶
14. Atos de João o Teólogo ▶
15. Atos de Paulo - (ver Atos de Paulo e Tecla)
16. Atos de Paulo e Tecla ▶
17. Atos de Pedro ▶
18. Atos de Pedro e André ▶
19. Atos de Pedro e Paulo ▶
20. Atos de Pedro e os Doze Apóstolos ▶
21. Atos de Tadeu ▶
22. Atos de Tomé ▶
23. Consumação de Tomé ▶
24. Correspondência entre Paulo e Sêneca ▶
25. Declaração de José de Arimatéia ▶
26. Descida de Cristo ao Inferno ▶
27. Discurso de Domingo ▶
28. Ditos de Jesus ao rei Abgaro ▶
29. Ensinamentos de Silvano ▶
30. Ensinamentos do Apóstolo Tadeu ▶
31. Ensinamentos dos Apóstolos ▶
32. Epístola aos Laodicenses ▶
33. Epístola de Herodes a Pôncio Pilatos ▶▶
34. Epístola de Jesus ao rei Abgaro (2 versões) ▶▶
35. Epístola de Pedro a Filipe ▶▶
36. Epístola de Pôncio Pilatos a Herodes ▶▶
37. Epístola de Pôncio Pilatos ao Imperador ▶▶
38. Epístola de Tibério a Pôncio Pilatos ▶▶
39. Epístola do rei Abgaro a Jesus ▶▶
40. Epístola dos Apóstolos ▶▶
41. Eugnostos, o Bem-Aventurado ▶▶
42. Evangelho Apócrifo de João ▶▶
43. Evangelho Apócrifo de Tiago ▶▶
44. Evangelho Árabe de Infância ▶▶
45. Evangelho Armênio de Infância (fragmentos) ▶▶
46. Evangelho da Verdade ▶▶
47. Evangelho de Bartolomeu ▶▶
48. Evangelho de Filipe ▶▶
49. Evangelho de Marcião ▶▶
50. Evangelho de Maria Madalena ▶▶
51. Evangelho de Matias (ou Tradições de Matias) ▶▶
52. Evangelho de Nicodemos (ou Atos de Pilatos) ▶▶
53. Evangelho de Pedro ▶▶
54. Evangelho de Tome o Dídimo ▶▶
55. Evangelho do Pseudo-Mateus ▶▶
56. Evangelho do Pseudo-Tomé ▶▶
57. Evangelho dos Ebionitas (ou Evangelho dos Doze Apóstolos) ▶▶
58. Evangelho dos Egípcios ▶▶
59. Evangelho dos Hebreus ▶▶
60. Evangelho Secreto de Marcos ▶▶
61. Exegese sobre a Alma ▶▶
62. Exposições Valentinianas ▶▶
63. (Fragmentos Evangélicos Conservados em Papiros) ▶▶
64. (Fragmentos Evangélicos de Textos Coptas) ▶▶
65. História de José o Carpinteiro ▶▶
66. Infância do Salvador ▶▶
67. Julgamento de Pôncio Pilatos ▶▶
68. Livro de João o Teólogo sobre a Assunção da Virgem Maria ▶▶
69. Martírio de André ▶▶
70. Martírio de Bartolomeu ▶▶
71. Martírio de Mateus ▶▶
72. Morte de Pôncio Pilatos ▶▶
73. Natividade de Maria ▶▶
74. O Pensamento de Norea ▶▶
75. O Testemunho da Verdade ▶▶
76. O Trovão, Mente Perfeita ▶▶
77. Passagem da Bem-Aventurada Virgem Maria ▶▶
78. Pistis Sophia (fragmentos) ▶▶
79. Prece de Ação de Graças ▶▶
80. Prece do Apóstolo Paulo ▶▶
81. Primeiro Apocalipse de Tiago ▶▶
82. Proto-Evangelho de Tiago ▶▶
83. Retrato de Jesus ▶▶
84. Retrato do Salvador ▶▶
85. Revelação de Estevão ▶▶
86. Revelação de Paulo ▶▶
87. Revelação de Pedro ▶▶
88. Sabedoria de Jesus Cristo ▶▶
89. Segundo Apocalipse de Tiago ▶▶
90. Sentença de Pôncio Pilatos contra Jesus ▶▶
91. Sobre a Origem do Mundo ▶▶
92. Testemunho sobre o Oitavo e o Nono ▶▶
93. Tratado sobre a Ressurreição ▶▶
94. Vingança do Salvador ▶▶
95. Visão de Paulo▶▶


ESCRITOS DE QUMRAN

1. A Nova Jerusalém (5Q15) ▶▶
2. A Sedutora (4Q184) ▶▶
3. Antologia Messiânica (4Q175) ▶▶
4. Bênção de Jacó (4QPBl) ▶▶
5. Bênçãos (1QSb) ▶▶
6. Cânticos do Sábio (4Q510-4Q511) ▶▶
7. Cânticos para o Holocausto do Sábado (4Q400-4Q407/11Q5-11Q6) ▶▶
8. Comentários sobre a Lei (4Q159/4Q513-4Q514) ▶▶
9. Comentários sobre Habacuc (1QpHab) ▶▶
10. Comentários sobre Isaías (4Q161-4Q164) ▶▶
11. Comentários sobre Miquéias (1Q14) ▶▶
12. Comentários sobre Naum (4Q169) ▶▶
13. Comentários sobre Oséias (4Q166-4Q167) ▶▶
14. Comentários sobre Salmos (4Q171/4Q173) ▶▶
15. Consolações (4Q176) ▶▶
16. Eras da Criação (4Q180) ▶▶
17. Escritos do Pseudo-Daniel (4QpsDan/4Q246) ▶▶
18. Exortação para Busca da Sabedoria (4Q185) ▶▶
19. Gênese Apócrifo (1QapGen) ▶▶
20. Hinos de Ação de Graças (1QH) ▶▶
21. Horóscopos (4Q186/4QMessAr) ▶▶
22. Lamentações (4Q179/4Q501) ▶▶
23. Maldições de Satanás e seus Partidários (4Q286-4Q287/4Q280-4Q282) ▶▶
24. Melquisedec, o Príncipe Celeste (11QMelq) ▶▶
25. O Triunfo da Retidão (1Q27) ▶▶
26. Oração Litúrgica (1Q34/1Q34bis) ▶▶
27. Orações Diárias (4Q503) ▶▶
28. Orações para as Festividades (4Q507-4Q509) ▶▶
29. Os Iníquos e os Santos (4Q181) ▶▶
30. Os Últimos Dias (4Q174) ▶▶
31. Palavras das Luzes Celestes (4Q504) ▶▶
32. Palavras de Moisés (1Q22) ▶▶
33. Pergaminho de Cobre (3Q15) ▶▶
34. Pergaminho do Templo (11QT) ▶▶
35. Prece de Nabonidus (4QprNab) ▶▶
36. Preceito da Guerra (1QM/4QM) ▶▶
37. Preceito de Damasco (CD) ▶▶
38. Preceito do Messianismo (1QSa) ▶▶
39. Regra da Comunidade (1QS) ▶▶
40. Rito de Purificação (4Q512) ▶▶
41. Salmos Apócrifos (11QPsa) ▶▶
42. Samuel Apócrifo (4Q160) ▶▶
43. Testamento de Amran (4QAm) ▶▶


OUTROS ESCRITOS
1. História do Sábio Ahicar ▶▶
2. Livro do Pseudo-Filon▶▶


CONCLUSÃO
Este estudo jamais visa colocar dúvidas sobre a validade das sagradas escrituras contidas em nossa bíblia e sim, tem o propósito informativo e para sugerir uma reflexão sobre a autenticidade e santidade de alguns escritos apócrifos que não estão contidos nela.